Beach Tennis vilão a longo prazo?
- Gisele Primon
- 26 de abr. de 2023
- 1 min de leitura
O Beach Tennis vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil, com uma explosão no número de praticantes e a abertura de diversas arenas pelo país. Originário da Itália, esse esporte mistura elementos do tênis tradicional, vôlei de praia e badminton e é praticado por mais de 500 mil pessoas ao redor do mundo. No entanto, sua prática ao ar livre traz uma problemática significativa: a exposição excessiva ao sol, que aumenta o risco de lesões na pele, como o melasma.
O melasma é caracterizado por manchas escuras na pele, que surgem geralmente com o avançar da idade, agravadas pela exposição ao sol. Mulheres são as mais atingidas, correspondendo a cerca de 90% dos casos. Mudanças hormonais, luzes artificiais, estresse e predisposição genética também são fatores de risco para o melasma.
Neste contexto, o Squash tem se destacado como uma alternativa mais saudável e segura. Esse esporte é praticado em quadra coberta, protegendo os atletas dos efeitos nocivos do sol, e oferece uma série de benefícios físicos, como o fortalecimento da musculatura, desenvolvimento de ritmo, coordenação motora, equilíbrio, agilidade, força, flexibilidade, capacidade de concentração e resposta a estímulos.
Além disso, o Squash proporciona um treino de maior intensidade, beneficiando o sistema cardiorespiratório. Essa combinação de vantagens musculares, cardiorespiratórias e dermatológicas coloca o Squash como uma opção mais atraente em comparação ao Beach Tennis.
Em conclusão, o Squash apresenta várias vantagens sobre o Beach Tennis, principalmente no que diz respeito à proteção contra os efeitos prejudiciais do sol, além de proporcionar uma série de benefícios para a saúde geral do praticante.
Para quem busca um esporte completo, seguro e desafiador, o Squash pode ser a resposta ideal.


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